O Meliante
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João Pedro Barros

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domingo, maio 30, 2004

FINAL FELIZ



Se eu fosse um "anchorman" (ou pivot de televisão, como se diz em Portugal) famoso e se me fizessem uma entrevista de "carreira", lá apareceria, mais tarde ou mais cedo, aquela pergunta: "Que notícia mais gostaria de dar?" A minha resposta seria, muito provavelmente, esta: "Boa noite. O Futebol Clube do Porto é campeão europeu de futebol".

Pois bem, a não ser que não ser que se tenham trancado no quarto nos últimos dias, sem acesso a qualquer meio de comunicação, sabem concerteza que o meu sonho se realizou. Não o de apresentar a notícia, porque essa parte não faz parte dos meus sonhos, mas o conteúdo sim. O Futebol Clube do Porto é campeão europeu (e podem crer que não me canso de escrever esta frase). Quem percebe qualquer coisa de futebol decerto compreende o meu sentimento, porque sabe que não há nada maior para uma equipa de futebol conquistar do que a Liga dos Campeões. É o topo do futebol de clubes, é ser reconhecido como a melhor equipa do mundo. Não se pode subir mais, só se pode tentar repetir o feito.

Se é verdade que no princípio da época não acreditava que isto pudesse acontecer, a verdade é que comecei a acreditar depois do jogo em casa com o Manchester United, sem grande discussão a melhor exibição da época do Porto. O resultado foi 2-1, mas podia bem ter sido 4-1 ou 4-0. A partir daí, o sonho de ver o Jorge Costa a levantar a taça das "orelhas grandes", com duas fitinhas azuis e brancas em cada asa e com uma explosão de papelinhos das mesmas cores como pano de fundo, começou a crescer "cá dentro". O sonho cumpriu-se a 26 de Maio de 2004. Curiosamente com menos emoção do que a vitória na Taça UEFA do ano passado, por razões bem lógicas: o jogo foi bem mais calmo, menos "épico", o Porto teve uma exibição inferior à final de 2003 e até à média das exibições da época. E claro que em Sevilha estava no estádio... Aqui também houve um pouco de "egoísmo" meu: entristeceu-me um bocado não ter podido ir a Gelsenkirchen e custava um bocado ver as imagens da bancada. Mas que não fiquem dúvidas: 26/05/04, um dos momentos de maior felicidade da minha vida, em que se cumpriu um dos meus sonhos, ainda para mais um daqueles que não depende de mim (ou se depende, a minha influência é de 0,0000000001%, o que não deixa de ser um pensamento reconfortante...).

Numa análise mais "teórica", gostava muito que esta vitória do Porto representasse uma nova fase da "Champions". Estou farto de "galácticos", de Beckhams, Figos, Ronaldos e outros que tais promovidos até à exaustão por gigantes máquinas de marketing. Estou farto que no magazine da Liga dos Campeões o assunto seja invariavelmente o Real Madrid, o Milan, o Manchester e demais equipas espanholas, italianas e inglesas. Abram agora os olhos, a melhor equipa da Europa é o Porto!!! Parece até que esta final representou uma dificuldade extra para os jornalistas que a cobriram, porque não conheciam muitos dos jogadores, nem havia um Beckham para lançar um "fait divers" atractivo. Ora aí está algo que pode diferenciar um jornalista desportivo como um bom jornalista: conhecer mais do que 5 ou 6 equipas e do que as mega-estrelas mundiais. Suponho que isso faça parte do seu trabalho e penso que seria algo que podia até "aliviar" o descrédito de que essa especialidade jornalística por vezes se queixa. Dir-me-ão que é a lei do mercado... Mas acho que percebem o que eu quero dizer (se é que tiveram paciência para ler até aqui).

Última parte do post: ele está a ser relativamente longo e tem o título de "Final Feliz" porque vai ser o último post desta vida d'O Meliante. Não podia haver melhor maneira para terminar: é o post dos meus sonhos.

Mais coisa, menos coisa, este último post aparece nove meses depois do primeiro. Não sei se vou voltar. E se voltar, não sei se vai ser no mesmo URL ou se vai ser sozinho ou acompanhado. Mas se voltar, alguma coisa vai ser diferente. Nunca levei o blog com grande "seriedade", ou seja, obrigatoriedade de escrever numa base regular. Escrevi quando me apeteceu. Mas se em dois meses escrevemos só dois posts e não temos vontade de escrever mais, isso quer dizer qualquer coisa... E não vale a pena manter um peso morto. Tenho tido cada vez menos paciência para estar em frente ao computador e o facto do meu "querido" pc ser uma velharia com 5 anos muito tem contribuído para isso. Por isso, agradeço desde já quem eventualmente tenha a paciência de comentar que acha que eu não devia parar de escrever. Se consegui proporcionar alguns momentos de prazer com textos meus, então sinto que valeu a pena. Valia sempre a pena de qualquer maneira.

Então, muito provavelmente, até já...

posted at 00:42

terça-feira, abril 27, 2004

REGRESSO

Não tenho escrevido. Por duas razões simples: não me tem apetecido, não tenho tido grandes oportunidades. No entanto, acho que ainda não é a altura de acabar com O Meliante... Se bem que lá chegará o dia. Mas hoje não resisto a deixar aqui dois belos recortes da imprensa dos últimos dias.

O primeiro não é nada surpreendente, é do troglodita da República Popular da Madeira. Uma bela demonstração de que a democracia não é perfeita. Eis Alberto João Jardim, em discurso directo, acerca do Ensaio sobre a Lucidez, de Saramago:

Não leio essas merdas.

(mais aqui)

Segundo recorte, bem mais interessante/preocupante/espantoso. Mais uma visão "curiosa" da democracia. Eis o grande presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, também em discurso directo:

Durão Barroso é a principal vítima da crescente ingovernabilidade do sistema democrático.

Fabuloso!... Então o sistema democrático é ingovernável?!?! O que sugere Rui Rio? Bem, explique-se tudo e perceba-se o contexto das suas palavras. Ele fala do crescente predomínio dos poderes económico e mediático face ao político. Mas não deixa de ser ridículo ser ele a falar disso e em relação a alguém como Durão Barroso. Como liberal "puro e duro" (se quiserem, na linha do neo-liberalismo de Bush, Aznar, Berlusconi e Cia.) é Durão quem dá uma grande margem de poder à frente económica. Que é de resto a linha seguida pelo PSD e não contestada (pelo contrário, seguida e aplaudida) por Rui Rio. Quanto ao poder mediático, até se deve dizer que os reis dos soundbytes do momento são Portas e Durão (a famosa "tanga" ainda anda no ar). E que partido pode ignorar o poder dos media? E que partido fez alguma coisa por ter uma postura diferente nesse campo? Não deixa assim de ser cómico ver Rui Rio chegar a uma conclusão brilhante acerca dos perigos de uma política fundamentada nos pilares em que se baseia... a direita.

posted at 00:53

segunda-feira, março 22, 2004

FENÓMENO DO ENTRONCAMENTO

No mês passado, instado a fazer uma reportagem para a disciplina de Online, resolvi fazê-la sobre um tema que me é caro: o estado da música moderna (ou pop, ou popular, ou como queiram) em Portugal e as alternativas que existem. Pesquisando na net por textos relativos ao tema, deparei-me com uma autêntica pérola: uma entrevista de Tozé Brito, administrador da multinacional Universal Music Portugal SA, acerca do estado da música portuguesa. A entrevista é tão perfeita para ser comentada que até é dada ao Entroncamento Online, oferecendo a paródia (fácil) do título deste meu post. A entrevista completa está aqui, mas deixem-me seleccionar alguns excertos:

A frase "as rádios têm medo de tocar música portuguesa" destina-se àqueles iluminados que vêm dizer "eu gosto é de música, seja ela portuguesa ou da Islândia", e não têm identidade cultural nem sentem Portugal como sendo a sua pátria.

Credo! Acabei de descobrir que não tenho identidade cultural e que não sinto Portugal como a minha pátria. Algo que de resto constitui um crime previsto na lei portuguesa...

A RTP está a dar mostras de que quer passar música portuguesa, o que é excelente. Já começou a gravar espectáculos com o Carlos do Carmo, José Cid e Xutos e Pontapés ao Vivo no Tivoli. Fazer programas especiais de uma hora ou hora e meia é um bom sinal da sua aposta na música portuguesa.

Ufa! E eu a andar preocupado com a música moderna portuguesa... Já há José Cid na TV. A diversidade está garantida!

Não há qualquer ponto de contacto entre a maioria das pessoas que escrevem sobre música em Portugal e o país real. Basta vermos alguns jornalistas dos diferentes órgãos de comunicação escrita, ao analisarem o que de melhor se fez no mundo e nota-se que estão completamente dissociados de tudo o que se passa na realidade. Os discos que eles elegem como os melhores do ano não venderam em parte nenhuma. São gostos perfeitamente pessoais, aleatórios.

Acho que isto fala por si: só podemos eleger os melhores entre o que vende. E, já agora: "gostos aleatórios"? O que é isso? Que eu saiba, se há coisa que não é aleatória é o gosto, que é pessoal, como de resto ele diz. Mas esperem, que a melhor frase, no seguimento da resposta de cima, ainda está para vir:

Não quer dizer que estes discos (os tais que "não venderam em parte nenhuma") sejam maus. Devemos é fazer uma análise dentro dos que venderam melhor e dizer o que é bom e o que é mau.

Sem comentários... E agora, sobre os jornalistas que escrevem sobre música:

São elitistas por natureza, escrevem de uns para os outros, a olhar para o umbigo ou para o espelho. Julgam-se uns génios. Alguns são meus amigos e eu não os compreendo. A partir do momento em que esta "guerra" se vá ganhando, a imprensa, que neste momento se limita à publicação de um pequeníssimo jornal dirigido a minorias, terá que dar o justo valor à música portuguesa.

Desta afirmação depreende-se que o Blitz (é esse o "pequeníssimo jornal dirigido a minorias" [como se isso fosse um crime] a que Tozé Brito se refere), por não ser inteiramente dedicado à música que "vende melhor", não dá o "justo valor à música portuguesa"... Mas, para terminar, Tozé Brito é inquirido a deixar um desejo futuro:

Para o futuro, desejo que a nossa música e cultura prevaleçam, tal como as companhias que sustentam a música, e que os meus netos que vêm a caminho, não tenham que levar com o lixo que nos impingem ao ouvido.

Curioso, eu ia jurar que ele se refere ao que chamo de "música RFM". E também ia jurar que a Universal será das entidades mais dominantes dentro dessas playlists. Ou seja, eu ia concluir que o homem também contribui para o "lixo" de que fala.

Os cínicos podem dizer que o que ele faz é defender a empresa para a qual trabalha, promovendo a máxima de que "o que vende mais é o melhor". Mas o mais curioso é que Tozé Brito é apresentado na mesma entrevista como ex-músico. Será que quando era criador também pensava que o que vendia é que era bom? Para além disso, para administrador de uma discográfica, ele tem um pensamento completamente ultrapassado: quem não for acompanhando as novas tendências e trazendo alguma coisa nova para o mainstream será inexoravelmente batido. Só que Tozé Brito chega a dizer que há menos quantidade de bons "compositores e letristas" do que nos anos 60 e 70, o que mostra que vive num mundo anacrónico. Prova disso é até o mais chocante da entrevista: Tozé Brito não entende o que é a actividade crítica e a sua necessária autonomia e liberdade face aos critérios económicos das indústrias culturais. E é óbvio que até os artistas de que ele gosta começaram por não vender em parte nenhuma. Se a comunicação social não fosse divulgando novos artistas, o próprio sistema que sustenta mister Brito e os seus netos acabava no colapso.

posted at 00:28

quarta-feira, março 17, 2004

TEORIA MAGNOLIA



Resolvi rever o Magnolia, do Paul Thomas Anderson. Isto porque tive um flash que me relembrou da "chuva de sapos". Resolvi então procurar na net informação sobre a possibilidade (ou não) de um tal fenómeno acontecer. Descobri que este acontecimento já foi supostamente testemunhado em alguns lugares diferentes deste planeta, só podendo acontecer, segundo os cientistas, por força de furacões que passam por pântanos, carregando um monte de anfíbios e atirando-os noutros locais. A intensidade e a limpeza da chuva de sapos em Magnolia parece-me muito improvável, mas o interesse dessa peculiar chuva é a sua função enquanto elemento narrativo essencial do filme, de certa forma trazendo algum equilíbrio perdido às personagens. Aliás, esta é a teoria pessoal que eu queria partilhar: se alguém quiser fazer um teste para descobrir se um amigo ou conhecido é de vistas curtas (não confundir com má pessoa) em termos de apreciação de objectos culturais, mostremos a essa pessoa Magnolia. Ou, por exemplo, Signs, de M. Night Shyamalan. Se essa pessoa disser que o filme ficou estragado ou que é estúpido por ter uma chuva de sapos ou por os extra-terrestres serem muito altos e esguios, está tudo dito. Isso significa que as hipóteses de descodificaram metáforas ou tirarem prazer em momentos surrealistas é muito baixa. O que significa que a lista de potenciais filmes que podem apreciar é bem reduzida. Aliás, este meu teste é já de si irónico, surreal e completamente falível. Espera-se que alguém possa fazer a sua experimentação e validação científica.

Descobri também duas interpretações para o momento "sapos" de Magnolia:

1. Durante o filme, na plateia de "What Do Kids Know?", podemos ver uma pessoa com um cartaz a dizer "Êxodo 8:2". Uma rápida consulta à Bíblia revela o seguinte versículo: "Mas se recusares a deixá-lo ir, eis que ferirei com rãs todos os teus termos". Depois, todo o filme repete várias vezes os algarismos 2 e 8 (vejam com atenção). São ou não são estes pormenores que fazem de um filme uma obra de arte? Vejam aqui a quantidade incrível de referências a esses números.

2. A versão oficial de Paul Thomas Anderson: ele ter-se-á inspirado nos chamados fenómenos Fortianos. Charles Fort foi um estudioso do início do século XX, que se dedicou a estudar casos estranhos e bizarros. Ele queria demonstrar a falibilidade da ciência para explicar todos os fenómenos que ocorrem no mundo. Como tal, estudou os tais relatos de chuvas de sapos, elaborando a incrível teoria da existência de uma antiga força natural teleportadora, que distribuía seres - ou parte deles - por planetas ainda não habitados. Essa força seria às vezes reactivada, funcionando de forma aleatória. Esta ideia de fenómenos Fortianos é das coisas mais deliciosas que já descobri. Colocar esta ideia num filme é notável. Isto é daqueles elementos de cultura popular sobre os quais apetece estudar, pesquisar e construir coisas.

O seu a seu dono: a base das informações deste meu post veio deste site e daqui.

P.S.: O que mais me impressionou desta revisitação de Magnolia, para além do que já referi: a interpretação de Tom Cruise. Ainda é incompreensível para mim como não ganhou o Óscar de Melhor Actor Secundário. É incrível a maneira como ele passa de um registo macho man para outro passivo-agressivo e finalmente para aquela explosão emotiva final. Não estou a ver a hipótese de algum ser humano poder acrescentar alguma coisa à sua interpretação. Claro, muito mérito também à construção do personagem (mais de meio caminho andado) e ao casting. E não me canso de louvar a música da Aimee Mann, que provavelmente nunca teria descoberto se não fosse pelo filme...

posted at 01:41

sexta-feira, março 12, 2004

ESTES EU GOSTAVA DE IR VER



Os Kings of Leon foram confirmados oficialmente no cartaz do Rock in Rio-Lisboa, actuando no dia 30 de Maio. (aqui)

Aleluia, alguma coisa do cartaz do Rock In Rio (RIR) que eu considero definitivamente interessante. A banda de Nashville actua no dia denominado hard rock. Claro que a sonoridade deles pouco tem a ver com esse rótulo, mas quem é que da organização está preocupado com isso? No mesmo dia tocam Guns n' Roses, Evanescence, Charlie Brown Jr. e Xutos & Pontapés. Ou seja, para mim a 2ª coisa mais interessante da noite seria espreitar os pseudo-Guns n' Roses, numa revisitação da minha paixão musical dos 11 anos. Os Kings of Leon vão ser, curiosamente, os outsiders da noite, e pelo alinhamento que vem no site do RIR devem ser os primeiros a actuar. Ou seja, 53 euros, viagem a Lisboa, três bandas horripilantes... Naaaa, não me parece. A não ser que a visita ao shopping do RIR compense...

Já agora, talvez para colocar uma pedra neste assunto do RIR, sabiam que a Câmara Municipal de Lisboa (CML) está a construir, a seu encargo, estruturas permanentes no tal Parque da Bela Vista, orçadas em cinco milhões de euros? Esta decisão, para além de servir com uma luva os interesses da organização do RIR, tem como perspectiva de "futuro" uma possível rentabilização noutros eventos... Para além disso, parece que a CML ainda atribuiu um subsído de um milhão de euros ao evento... O que pensar disto? Já sei que o festival vai trazer muita publicidade e comércio à cidade, mas já não estaria ela por natureza lotada, sendo que o RIR se realizará poucos dias antes do início do Euro 2004? E constroem-se mega estruturas permanentes quando quase não há palcos decentes para 1000 pessoas no país? O que chateia é isso: estou certo de que se alguma entidade for pedir ajuda à CML para realizar um evento cultural qualquer, nomeadamente um que contribua para a criação de um verdadeiro circuito de música ao vivo na cidade, a resposta vai ser "não há dinheiro"...

posted at 02:02

quarta-feira, março 10, 2004

SOMOS BONS



Mais uma vez, parecia que não ia dar para chegar lá, mesmo tendo o FCP demonstrado ser uma grande equipa. Mas eis que chega o milagre, capaz até de angariar novos crentes em Deus Nosso Senhor (não é, Joana?). Costinha em grande estilo mostra que a história se repete: este Porto voltou a mostrar-me que não vale a pena desconfiar das suas capacidades.

Resumindo, um belo momento "desportivo". E um visionamento do jogo tão agradável quanto possível para um jogo com este grau de sofrimento, num sítio novo e com gente diferente do costume. Um grande thank you para a Inês, a Joana, a Anabela, o Brasil, o Gonzaga... O chocolate quente depois do jogo também valeu a pena!

posted at 02:01

domingo, março 07, 2004

MELHOR TRADUÇÂO DE SEMPRE

Último Sete Palmos de Terra:

"When I offered you a joint" = "Quando te ofereci um jarro"

Palavras para quê?

posted at 01:46